quinta-feira, 27 de abril de 2017

13 mil bebês foram salvos do aborto durante campanha de oração em frente à clínicas


As campanhas de oração “40 dias pela vida” deste ano ocorreram em 341 cidades de 30 países diferentes, tornando-se a maior da história. Nos últimos dez anos, seus líderes calculam que 13 mil bebês foram salvos do aborto.
Shawn Carney, presidente da 40 Days for Life, e são duas campanhas nos EUA todo ano, uma no outono e outra na primavera. A mais recente coincidiu com o período da Quaresma. “Ficamos 40 dias em oração e jejum, fazendo uma vigília contínua em frente a clínicas onde são realizados aborto”, explica.
Desde seu início, em 2007, eles reúnem católicos e evangélicos para interceder pelas pessoas que estão naqueles lugares. Além de muitas mulheres grávidas desistirem do aborto, eles colecionam testemunho de funcionários dessas clínicas que abandonam seus empregos no período em que os cristãos fazem a campanha.
Este ano foram 13, incluindo secretárias e enfermeiras. Ao total, eles contabilizam 154 pessoas tomando essa decisão.
O caso mais conhecido é o de Abby Johnson, que hoje é uma das maiores ativistas pró-vida dos EUA. Ela trabalhava numa clínica de aborto perto da casa de Shawn Carney, que relata: “Ela foi a 26 ª ex-funcionária de clínica de aborto que teve uma mudança completa de postura. Nós realmente já vimos corações e mentes sendo mudados”, comemora.
Ele explica que a decisão não é fácil, pois a indústria do aborto muitas vezes tenta processá-los e impedi-los de contar o que viam.
Durante a campanha deste ano, Rosa, uma mãe que havia decidido preservar a vida do bebê seis anos atrás após conversar com uma voluntária da 40 dias pela Vida, participou de uma reunião e levou consigo a filha.
Os médicos recomendaram que Rosa abortasse a criança porque havia detectado um sério problema com suas pernas. No entanto, depois de conversar com as mulheres que estavam orando em frente a clínica, decidiu que daria à luz. Ela batizou a menina de Milagros, que significa “Milagre”.
Na vigília deste ano, Rosa posou para fotografia segurando Milagros, que nasceu sem as pernas. A imagem da menina assinando seu nome no ônibus que serve como “memorial” da campanha tornou-se uma espécie de símbolo da campanha.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

greja realiza culto para público homoafetivo em Salvador


A Igreja Cristã Contemporânea vai realizar um culto no próximo domingo (23), às 10h, no Cerimonial Sand Fest, ao lado da biblioteca Central nos Barris.
A intenção da igreja é levar o evangelho inclusivo para o público gay. O evento será coordenado pelo pastor Marcos Gladstone, presidente da denominação e cerca de 100 pessoas devem participar do ato religioso.
A ICC foi fundada pelos pastores Marcos Gladstone e Fábio Inácio, seu marido. O grupo tem cerca de 3 mil membros e possui templos no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cristãos oram durante ataque terrorista e leões os livram


Um relato surpreendente do ministério  [Bíblias para o Oriente Médio] sobre um livramento ocorrido durante um ataque de terroristas tem acrescentando a fé de muitos cristãos.
O livramento sobrenatural foi compartilhado pelo pastor Paul, diretor do ministério que atua em diversos países do mundo através do apoio a missionários.
Recentemente o pastor Paul sobreviveu a um apedrejamento, liderado por extremistas logo após ele ter realizado batismos em uma igreja do sul da Ásia.
Agora o pastor testemunha um acontecimento surpreendente, recebeu um livramento sobrenatural enquanto estava hospedado na casa de um amigo, Pastor Ayoob, após ter passado por uma cirurgia de emergência.
Durante o período que estava em recuperação o pastor sofreu ameaças de um grupo que estava o perseguindo. O pastor afirma que extremistas tentaram invadir a reunião que ocorria no local e que Jesus Cristo o salvou.
“Meu Senhor ressurreto Jesus Cristo salvou minha vida mais uma vez, e eu louvo e agradeço a Deus por Sua graça indescritível! Certamente não sou digno disso”, afirmou o pastor Paul.


terça-feira, 18 de abril de 2017

Aos 117 anos, evangélica se torna pessoa mais velha do mundo: “O segredo está na fé”

Com 117 anos de idade, Violet Mosses Brown se tornou a. Pessoa mais velha do mundo no último sábado (15) e também a cristã mais antiga ainda viva.
Violet completou mais um ano de vida no dia 10 de março e assumiu seu título após a morte de Emma Morano, que também tinha 117 anos e faleceu no sábado, na Itália.
A idosa congrega na Igreja Batista de Trelawny, no condado de Cornwall, na Jamaica. Ela tem sido seguidora de Cristo por mais de 104 anos.
De acordo com a Fundação Violet Moss, a idosa foi batizada aos 13 anos de idade na Igreja Batista Trittonville, na região jamaicana de Duanvale. Ela sempre lembra que o segredo de sua longevidade é resultado de sua “fé em servir a Deus e crer fortemente no ensino da Bíblia”.
Violet, que é carinhosamente chamada de “Tia V”, é especialmente afeiçoada pelo trecho bíblico de Êxodo 20:12, que diz: “Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra que o Senhor teu Deus te dá”.
Além de ser temente à Palavra de Deus, Violet sempre manteve uma vida saudável. No entanto, sua dieta não tem restrições — a senhora apenas evita álcool e carnes de porco e frango.
Nem sempre a vida de Violet foi fácil. Em sua adolescência, logo após a escravidão ter sido abolida, ela trabalhou numa plantação de cana e atuou como empregada doméstica nas casas de seus patrões.
“Eu te falo, esses jovens nos dias de hoje têm tudo mais fácil — água encanada, táxis e ônibus para levar eles onde quiserem, tudo para sua conveniência. Quando eu era mais jovem, e até mesmo quando eu era adulta, eu tive que trabalhar tão duro que, às vezes, quando eu olho para trás, eu choro por ver o quão duro tive que trabalhar para ajudar minha família”, lembra Violet.
Foi apenas na velhice que Violet conseguiu comprar seu próprio terreno para plantar cana. Ela se tornou uma empresária e a única distribuidora de pães em sua cidade.

sábado, 15 de abril de 2017

Ex-travesti fala sobre sua mudança de vida: "Ouvi a voz de Deus e me entreguei a Ele"



Quem vê o sorriso no rosto e a alegria de viver do pernambucano Tiago Leite, junto à sua família, atualmente, não imagina o quão difíceis e angustiantes foram os tempos que ele viveu no passsado. O rapaz teve parte de sua história contada no programa 'Profissão Repórter' do dia 22 de junho, porém ainda há muito sobre o testemunho do jovem cabeleireiro que precisa ser dito para que esta história seja totalmente compreendida.
Procurado pela equipe do Portal Guiame, Tiago falou com exclusividade sobre o seu testemunho, o que o levou tão grande transformação e revelou a experiência sobrenatural que foi o seu encontro impactante com Deus.
Tendo vivido como travesti por mais de 10 anos, o jovem sofreu já em sua infância, abusos que deixaram marcas não apenas fisica, mas também psicologicamente.
Tiago foi molestado por pessoas de sua própria família quando já quando tinha cerca de 10 anos de idade. Os abusadores eram violentos e faziam graves ameaças, caso ele decidisse denunciá-los.
Com o passar do tempo, Tiago foi "se acostumando" com essa situação. Tornou-se gay e depois começou a tomar hormônios femininos, além de deixar o cabelo crescer, para se tornar travesti.
Apesar de ter conseguido se tornar um travesti com direito a um cabelo longo elogiado por muitos e até mesmo próteses de silicone (seios), Tiago ainda não se sentia satisfeito por diversos motivos.
"Houve várias situações de constrangimento com amizades, relacionamentos amorosos. Eu sentia uma angústia muito grande, um vazio que só poderia ser preenchido por Deus", contou Tiago.
Ainda vivendo como travesti, Tiago se interessou por assistir a minissérie "José do Egito" (Rede Record) e começou a sentir-se impactado pela história do personagem bíblico e pela forma como Deus agia na vida do jovem hebreu.
"Eu vivia angustiado, não estava feliz por conta de uma forte dependência emocional e triste por causa de desilusões amorosas e decepções com amizades, mas fui assistindo à minissérie e sabendo o que Deus poderia fazer na vida de um homem", relatou.
Até que no dia dia 25 de setembro de 2013 - já nos últimos capítulos da minissérie - Tiago viu sua vida começar a mudar por completo. Ele estava sozinho em sua casa, quando decidiu que queria de fato conhecer o Deus de José e seu desejo foi atendido.
"Eu ouvi a voz de Deus, muito forte e não resisti. Me entreguei na hora", contou o rapaz.
Tiago conta que o fato de ter conhecido Jesus foi essencial, para que ele não só retomasse sua heterossexualidade, mas também aliviasse dores e angústias que o acompanhavam há anos.
"Foi o principal fator que me ajudou a voltar para a heterossexualidade: Eu conheci a Jesus por meio dessa minissérie e desde então não quis mais vivenciar a homossexualidade", disse.
A partir de então, Tiago percecebeu que o corpo de um travesti já não era mais o ele queria. O rapaz conseguiu remover as próteses de silicone, cortou os cabelos e passou a usar roupas masculinas.
Segundo Tiago conta em seu testemunho, tais mudanças não vieram por imposição da família - a qual sempre aceitou o seu modo de vida - muito menos uma imposição de qualquer igreja, porque ele ainda não estava frequentando uma comunidade cristã.
Depois de alguns dias, Tiago decidiu ir à igreja e firmou publicamente um comprmisso com Jesus, reconhecendo-O como seu salvador. Somente depois disso, o rapaz teve coragem teve coragem de contar à sua mãe sobre os abusos q sofreu dos próprios familiares.

Preconceito
Durante os 10 anos que viveu como travesti, Tiago sofreu discriminação - como tantos outros homossexuais - porém, o rapaz revelou que, mesmo depois de sua transformação, ele continuou sendo alvo de intolerância.
"Eu já sofri muito preconceito e ainda sofro. Creio que isso vai ser para sempre, até Jesus voltar. As pessoas acreditam que um heterossexual pode mudar para viver a homossexualidade, mas não acreditam que quem vive na homossexualidade pode voltar a ser heterossexual", disse.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Menino de 9 anos entra na faculdade para provar que Deus existe William Mailli


Com apenas 9 anos, William Maillis já é formado no ensino médio em Penn Towship, na Pensilvânia, Estados Unidos, e cursa o ensino superior na Community College of Allegheny Country. E tem o objetivo de estudar física e provar que Deus existe.
Apesar de levar uma vida coo a de qualquer outro menino de sua idade, praticando esportes, jogando vídeo game e contando piadas, William já está trabalhando em suas próprias teorias sobre como o universo foi criado. Ele pretende provar que Deus existe através da física e química.
Em entrevista a revista People, o menino quer atestar que somente uma força externa seria capaz de formar o universo. Para isso, ele pretende ir para uma universidade maior, como a Carnegie Mellon University, onde quer se aprovundar em física e química, fazer um doutorado e trabalhar como astrofísico.
A família afirma que a criança desde bebê já se destacava em comparação às pessoas da mesma idade. Com apenas 6 meses ele já conhecia números e começou a dizer frases completas com apenas 7 meses. Com 2 anos ele já conseguia ler, escrever e fazer multiplicação. Aos 4 anos William já sabia grego e, aos 5 anos, já dominava a geometria. E, aos 7 anos, o menino já dominava conceitos de trigonometria.
O professor universitário de William, Aaron Hoffman, declarou que, além da idade, um detalhe difere o menino dos outros alunos: ele é o único que não usa material de anotação em sala de aula, mas ouve atentamente as lições, lê os livros e absorve o conhecimento.
Segundo a People, o pai do menino, Peter, é um sacerdote da igreja ortodoxa grega. “Eu só quero que ele aproveite o dom que tem. Eu sempre digo a ele: ‘Deus lhe deu um presente. A pior coisa seria rejeitar esse dom e não usá-lo para melhorar o mundo’”, disse o pai.





quarta-feira, 12 de abril de 2017

Cientistas israelenses descobrem o dia exato em que o “sol parou”


A passagem bíblica de Josué 10:12 que narra que Josué orou e o sol parou ganhou uma explicação científica e através de dados da NASA interpretados por cientistas israelenses.
O resultado é da pesquisa feita por três cientistas da Universidade Ben Gurion, em Beer Sheva (Berseba -Israel), que descobriram que a batalha épica relatada na Bíblia aconteceu.


Segundo eles, a batalha ocorreu no dia 30 de outubro de 1207 a. C., na data se refere a um eclipse solar, quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, bloqueando a luz solar.
Essa seria a explicação para o que lemos nos versículos: “Então Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor deu os amorreus nas mãos dos filhos de Israel, e disse na presença dos israelitas: Sol, detém-te em Gibeom, e tu, lua, no vale de Ajalom. E o sol se deteve, e a lua parou, até que o povo se vingou de seus inimigos. Isto não está escrito no livro de Jasher? O sol, pois, se deteve no meio do céu, e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro.” Josué 10:12,13.
Nos estudos feitos pelos cientistas israelenses, o sentido real não é o sol parar, mas sim ficar escuro o que indicaria um eclipse solar.
O Dr. Hezi Yitzhak, líder da equipe multidisciplinar, descobriu que ocorreu apenas um eclipse solar total naquela região entre os anos 1500 e 1000 a.C. Esse é o mesmo período que a arqueologia mostra que os israelitas chegaram naquela região.

Foi assim que eles conseguiram identificar a data que a batalha ocorreu com precisão, usando dados da NASA sobre os eclipses.
O resultado dessa pesquisa foi publicado na edição mais recente da publicação científica “Beit Mikra: Revista de Estudo da Bíblia e seu mundo”. No artigo Yitzhak afirma que eles conseguiram identificar o local onde eles acreditam que a batalha aconteceu.
Além disso, traçaram com precisão a rota de 30 quilômetros que Josué e os seus homens teriam caminhado durante a noite para alcançar Gibeom, ao norte de Jerusalém, e seu acampamento em Gilgal, na porção oriental de Jericó.

Dia em que sol parou

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores também levaram em consideração outras histórias antigas onde uma divindade para o sol. A diferença é que o relato bíblico também cita a lua, sendo esse detalhe que os levaram à conclusão de que se tratava de um eclipse solar.
“Nem todo mundo gosta da ideia de usar a física para provar as coisas da Bíblia. Eu sei que isso pode ser interpretado como se você quisesse justificar sua fé”, sublinhou Yitzhak.
“Nós não reivindicamos que podemos provar como tudo na Bíblia aconteceu, mas há registros de história e evidências arqueológicas por trás disso